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Newsletter - outubro 2010

SSCS News

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SSCS
Boletim n. 18

 outubro de 2010


Animação - Carta do P. Filiberto

Filiberto

Queridos Irmãos e amigos/as,
   Que minhas saudações encontrem bem a cada um e cada uma, a suas comunidades e a suas famílias, assim como a todas as pessoas que trabalham com vocês no campo da Comunicação Social.
     Tenho para vocês duas boas notícias. A primeira é que o Santo Padre escolheu como tema para a 45º Dia Mundial das Comunicações do ano de 2011 “ Verdade, anúncio e autenticidade da vida na era digital”. Esta notícia precede a mensagem que será publicada no dia 24 de janeiro, festa de São Francisco de Sales, patrono dos jornalistas e também nosso patrono.
     Por um lado, a verdade recebida ou descoberta leva em si a vocação de ser anunciada, e por outro, demanda a autenticidade da vida de quem a proclama. Às testemunhas da verdade na era digital, exige-se maior qualidade humana, melhor preparação intelectual e profunda experiência espiritual, mais ainda que aos da era analógica. Tudo isso é um desafio real para nossa formação inicial e permanente.
     A segunda boa-notícia é que os três conselheiros Gerais para a Missão: Pastoral Juvenil, Missões e Comunicação Social, estaremos com o regional e os inspetores da região interamérica para encontrar juntos o modelo, ou os modelos, de sinergia que permitam um melhor coordenação desses âmbitos em favor da missão Salesiana a nivel de congregação e inspetorial, como pede o CG 26, 117. Esperamos ter esta experiência também com as demais regiões. E informarei a vocês os resultados. Enquanto isso lhes pedimos, junto com suas orações, uma grande abertura de mente, coração e ação, a este paradigma, que busca evidenciar a centralidade da missão na vida, estrutura e organização da congregação.       
     Minha oração fraterna por todos,


    P. Filiberto González Plasencia sdb
    Conselheiro Geral para a CS


Informação:  Igreja 2.0?

     por Jesús Colinare (Zenit)

press A internet mudou radicalmente nos últimos seis anos e talvez nós, na imprensa católica, não nos demos conta.  A interatividade, ou melhor, a produção de conteúdos realizada diretamente pelos usuários, gerou os serviços de maior êxito nos últimos anos: Wikipedia, Youtube, Facebook, Twitter. Flickr, Google News... Incluíndo o “Open Source” também como uma forma de interatividade e produção comunitária. E sem dúvida, se dermos uma olhada nas páginas da web da Igreja Católica, em geral, podemos ver como a imensa maioria segue igual as de 2004: planas!! Sem interatividade ou com uma interatividade 'periférica'. Tudo parece indicar que nós comunicadores na Igreja 'perdemos o trem' da web 2.0.
1. Web 2.0 e relativismo
     O que houve? Há antes de tudo uma explicação que permite compreender o motivo pelo qual a interatividade não penetrou na comunicação da Igreja. O modelo de produção de conteúdos, sejam vídeos, fotos ou artigos, é baseado em um conceito implícito: o relativismo. Dado que não existe uma verdade, então o que diz um ou outro é indiferente, e tudo é válido, e tudo está no mesmo nível.
     A aplicação do modelo interativo, porém relativista, realiza-se segundo objetivos editoriais próprios de cada realidade editorial. A maioria das empresas web 2.0 tem um objetivo: um plano de negócios feito  para devolver a confiança colocada pelos investidores. É um novo modelo de negócio na internet: de um lado, os usuários, e seu trabalho, frenquentemente voluntário, com conteúdos que ocasionalemtne estão em contradição, e do outro lado, os editores, que encontraram a máquina de ganhar dinheiro.
     É fácil compreender que um modelo de comunicação assim tem muito pouco a ver com a Igreja Católica e explica, em parte, sua rejeição.
2. O pecado original
     No entanto, não é esta a única razão que explica a falta de interatividade em tantos serviços informativos católicos. Foram feitos alguns estudos, tanto nos Estados Unidos como na França, sobre os motivos por os quais, com frequência, as páginas web de denominações protestantes geram maior impacto. Os que eu li chegram à mesma conclusão: os católicos “falam”, os protestantes “escutam”. O pecado original de muitos comunicadores católicosnormalmente se estende: o bispo, o pároco, o jornalista católico tem uma “ideia”, encontra financiamento (quer seja uma subvenção com o orçamento da estrutura eclecial, quer seja uma doação) e lança uma publicação, canal de televisão, página web.... Isto é comunicar? Nós católicos estamso atentos ao que as pessoas realmente estã obuscando na internet? Antes, durante e depois do lançamento de um projeto em internet não é apenas necessário “escutar” a audiência, mas também fazer com que a audiência participe. Na verdade, quando se pensa na interatividade, nas páginas católicas, normalmente vem sempre à mente um espaço onde a gente pode enviar mensagens, fazer “consultas” a um sacerdote. O que pode ser muito bom. Porém, tem que se perguntar, os católicos e os mesmos navegantes só sabem fazer perguntas a um sacerdote? É essa sua vocação como cristãos na era digital?
3. Uma Igreja-comunhão
     Se temos visto que o modelo de Web 2.0 tem uma margem de risco por assim dizer “relativista”, como deveriam então os comunicadores católicos adotar o modelo de interatividade? Estão em jogo simplesmente a presença da Igreja na internet. Se não superarmos o “pecado original”, falar muito e escutar pouco, a própria evangelização estará gravemente ameaçada.
     Creio que o modelo de interatividadeque podem seguir as páginas da web deve estar marcado por o modelo de Igreja-comunhão, ao que Bento XVI está dedicando seu pontificado. Uma diocese em que só o seu bispo tem uma presença na internet, não é uma Igreja-comunhão plena, pois o resto de seus ministériso e carismas ficaram ausentes. Na vida diária de uma diocese existem, também, catequistas, existem párocos, grupos juvenis, diáconos, ontde estão na internet? Seria cair no relativismo ou em uma igreja “plana”, sem ministérios nem carismas, colocar todos no mesmo nível, e fazer co mque todos façam o mesmo e com a mesma linguagem. Essa não é a Igreja. A Internet deveria ser um reflexo da vida da diocese, e nã osimplesmente um instrumento de comunicação institucional do escritório de comunicação e relações públicas da diocese. A interatividade autêntica tem lugar quando a vida real é fielmente refletida na realidade virtual.
     É curioso, mas a Web 2.0 “roubou” da linguegem cristã o modelo de comunicação que persegue: a comunidade. E comunidade é comunhão. A Igreja criou comunidades há dois mil anos. Agora, o grande êxito de marketing na web 2.0 depende da capacidade de criar “comunidades”, que são logo reduzidas a grupos de interesse comum, nos queis é possível vender produtos de anunciantes especializados, que são hoje quem melhor paga.
     Se a Igreja, ao comunicar na internet, o fazem como Igreja-comunhão, se sua vida de comunidade se reflete na web, então também será capaz de fazer “comunidade” na internet. Para o navegante que visite seus serviços, se converterá em algo quase evidente entrar em contato com a realidade mais próxima da diocese, que pode a sua própria paróquia, o serviço da Cáritas, ou o coro diocesano...
     Quando a Igreja comunica na internet como comunhão, em comunidade, a realidade deixa de converter-se em virtual e para fazer-se algo muito real, pois coloca o navegante em contato co ma vida real da diocese, pa´roquia e comunidade. E então é quando se estabelece a maior interatividade, quando da realidade virtual se passa al “encontro”, que é o que finalmente, depois, muda a vida das pessoas.

Jesus Colina é diretor editorial da Zenit, presidente da H2Onews, corresponsável em Roma do semanário “Alfa e Ômega”, e consultor do Conselho Pontificio para as Comunicações Sociais.     


Formação: imagem, identidade, estilo: comunicaçâo corporativa salesiana

logo





A  inspetoria de Colômbia Medellín (COM) questionou sobre a questão da sua imagem e identidade corporativa com as seguintes linhas:
1. Institucional - necessidade de estabelecer o sdb e compartilhar o espírito ea missão, é a missão central e não funciona.
2. Marketing através da coerência de vida, a oferta de propostas de qualidade que respondam às necessidades da juventude e seus arredores (pais, professores, família, igreja, agências governamentais e não.
3. Realidade mundial - muitas mais organizações com missões semelhantes; temos de ver como somos diferentes, ser competitivo e estar nas mentes e nos corações dos nossos públicos.
4. Critérios  Somos conhecidos nas cidades? No país? Como?
5. Coerência na mensagem a ser comunicada "Especialistas em juventude e família"?

   Antes:

antes
   
  Depois:
despues

Enquanto isso, na Índia ..
     No dia 24 de setembro passado, dentro da I Conferência Nacional dos Institutos Salesianos, orientada `formação dos diretores de escolas indianas que estejam sob a égide da “Sociedade de Educação Social ‘Dom Bosco’ em toda a Índia”, o P. Maria Arokiam Kanaga, Conselheiro Regional para a Ásia Sul, tornou pública uma grande notícia: “«Dom Bosco» é uma Marca Registrada”. 
     Já durante o encontro anual dos delegados para a educação, realizado nos dias 11-12 de dezembro de 2009, em Guwahati, fora proposto registrar “Dom Bosco” como marca que distinguisse todas as obras salesianas.
     Para tanto fora encarregado o P. Charles Maria, que logo entrou em contato com o Sr. Hari Subramaniam, advogado especializado em marcas e registros, para reservar oficialmente tal direito. No dia 24 de setembro, o mesmo advogado anunciou que estava trabalhando no projeto sem qualquer retribuição, apenas como reconhecimento pelo trabalho que fazem os missionários cristãos.
     Desde hoje, cada instituição salesiana da Índia pode colocar as letras TM (Trade Mark) depois do nome ‘Don Bosco’, para tornar consciente o povo que o nome está registrado e que portanto não se pode utilizar abusivamente.
     Quanto às instituições que usarem o nome Dom Bosco, devem necessariamente seguir a filosofia e a metodologia educativa do santo turinês. Caso um estabelecimento se afastasse desse espírito e manchasse a reputação dos institutos salesianos poderá ser convocado perante um tribunal devidamente constituído e obrigá-lo a substituir o nome.
     Por outra lado, as numerosas escolas ou obras salesianas que ainda não ostentam o nome “Dom Bosco”, porque quem sabe portam o nome de outro santo, poderão acrescentar os dizeres “A Don Bosco Institution” (Uma instituição Dom Bosco) e usufruir assim dos mesmos direitos que derivam  da marca registrada.

Produção: BS na América Central - relato de 2010

Exemplo de como preparar um relatório sobre o Boletim Salesiano, graças ao P. Heriberto Herera sdb,
(herrerah@gmail.com).

         Relatório sobre o Boletím Salesiano CAM

BS1