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Cagliero11 Março de 2015

MISSIONI


MISSIONI - Cagliero 11

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Titolo notiziario
Nome società N. 75 - Março de 2015
Boletim de Animação Missionária Salesiana Uma publicação do Setor das Missões para as Comunidades salesianas e os Amigos das missões salesianas

C aros amigos, n o m ê s passado pude visitar a nossa M i s s ã o salesiana na Lituânia. Frio nos pés, calor no coração! Salesianos e s a l e s i a n a s , g e n e r o s a m e n t e empenhados em levar o Evangelho da Alegria aos Jovens na Lituânia.

Estamos ali plenamente no centro do Projeto Europa, numa das suas ‘periferias’. Seis salesianos: dois lituanos, dois italianos, dois vietnamitas. Admirável profecia de fraternidade! Em nossa Paróquia Dom Bosco, em Vilnius, um imponente e atraente Cristo Crucificado preside o templo.

Com algo muito original: é o mesmo Dom Bosco a mostrar-nos a Cruz.

Uma excelente mensagem salesiana e missionária de Quaresma! Esse Dom Bosco, que mostra a Cruz, evoca-nos o mesmo gesto feito por ele a Mamãe Margarida, em Valdocco, quando ela demonstrara o desejo de voltar para os seus Becchi.

Esse Dom Bosco que mostra a Cruz é uma memória viva de todos os missionários salesianos que um dia foram enviados, recebendo, em Valdocco, ou alhures, uma Cruz.

Esse Dom Bosco que mostra a Cruz lembra-nos enfim o mandato ao salesiano missionário de todos os tempos: levar os Jovens à Cruz de Jesus, Árvore da Vida! A todos uma Santa Caminhada Quaresmal! E Missionária! P. Basañes Guillermo, SDB
Conselheiro para as Missões Não só para o ano 2015 mas para todo o sexênio, queremos que se traduza em realidade a ajuda real em algumas áreas de missão que apresentam maior fragilidade neste momento. Por exemplo, entre outras:
♦ o trabalho missionário na Amazônia, especialmente em Manaus e na Venezuela; e em Campo Grande;
♦ o trabalho missionário no Chaco Paraguaio;
♦ o trabalho missionário em algumas regiões dos Pampas e da Patagônia Argentina ;
♦ a presença missionária entre as comunidades de imigrantes nos Estados Unidos;
♦ a presença missionária no Oriente Médio, tremendamente castigada, sobretudo pelos diversos conflitos bélicos, como bem conhecemos ;
♦ a presença missionária entre os muçulmanos, desde a África do Norte até os países do Golfo Arábico ou o Paquistão...;
♦ a nova presença missionária exigida pelo Projeto Europa e que tem muito a ver com os últimos, devido às diversas migrações;
♦ reforçar as jovens presenças missionárias de primeira Evangelização na Ásia e Oceania: Mongólia, Camboja, Bangladesh, Laos… P. Ángel Fernández Artime, SDB (in ACG 419)
Exemplo de pedido missionário 25 de março de 2015 Caríssimo P. Ángel,
… Depois de fazer um acurado discernimento e em diálogo com o meu Diretor espiritual, eu, N.N., da Inspetoria de ... apresento-lhe o meu desejo de ser um missionário salesiano ‘ad exteros, ad gentes et ad vitam’.

... Como sinal da minha disponibilidade total a Deus, estou à disposição para ser enviado a qualquer parte da Congregação aonde V. Revma. quiser me mandar. Entretanto, conhecendo bem os meus limites, preferiria ser mandado a um contexto .... N ...

Este meu pedido é plenamente livre e isento de qualquer coerção, disposto como estou a doar todas as minhas forças àqueles a quem me enviar. .... .

… Sou-lhe vivamente agradecido pela atenção e lhe asseguro as minhas preces e orações.

Seu sempre filialmente afeiçoado em Dom Bosco Santo , N.

Buscam Buscam Buscam---se novos missionários se novos missionários se novos missionários
Inten Inten Inten Intenção Mission o Mission o Mission o Missionária Salesiana ria Salesiana ria Salesiana ria Salesiana
Para que os Salesianos da Região da Ásia Leste-Oceânia invistam mais tempo e energias, e de modo sistemático, na formação dos nossos ‘colaboradores leigos na missão’, tanto na educação à fé quanto na educação ao Sistema Preventivo de Dom Bosco.

Nos 16 Países da Ásia Oriental trabalham cerca de 1.300 coirmãos de nove Inspetorias e cinco Delegações salesianas, em sua maioria na situação de primeira evangelização. Na missão salesiana estão envolvidos cerca de 18.500 colaboradores leigos, dos quais a maioria são seguidores de outras religiões. A formação, por isso, desses nossos ‘colaboradores leigos na missão’ é de importância capital.

A minha vocação missionária é um presente de Maria
Pela formação dos leigos na Ásia Oriental
Testemunho de Santidade Missionária Salesiana
Num pensamento escrito em 1906, o SdeD Dom Octavio Ortiz Arrieta (1878-1958), primeiro Salesiano peruano e Bispo de Chachapoyas (Peru), diz: “O livro que sempre devemos ler e que nos permitirá sofrer com paciência é o Crucifixo. Jesus é paciente:e eu a gozar-me a vida? Jesus, humilhado: e eu soberbo? Jesus, que passa fome: e eu, guloso? Jesus, exausto: e eu ocioso?”.

D urante o meu aspirantado, éramos com muita frequência visitados por muitos missionários salesianos que nos racontavam as suas experiências missionárias. Muitos deles provinham da África e posso dizer que o meu desejo pela África começou exatamente ali. Quase todos insistiam em rezar a Nossa Senhora pela vocação missionária. E eu também fiz isso: para tornar-me missionário.

É claro que a Índia precisa ainda de muitos missionários. Mas existem igualmente tantos países e regiões em que os Salesianos não estão presentes. Por outro lado, também nós não podemos negar o fato de que a Índia é uma região em que a presença salesiana cresceu consideravelmente nos últimos anos. Em menos de 110 anos, tornou-se o País com maior número de presenças salesianas no mundo: 2.500 os Salesianos e 12 as Inspetorias. O carisma de Dom Bosco foi plantado e regado no solo indiano pelos esforços corajosos e os sacrifícios dos missionários.

Creio fermemente que hoje a Índia tem uma responsabilidade histórica: devolver a toda a Sociedade Salesiana quanto recebeu de outros no passado.

Minhas orações se concretizaram em 2006 quando fiz parte da expedição missionária comemorativa do Centenário da presença salesiana na Índia. Creio fermemente pois que a minha vocação missionária é um presente especial de Nossa Senhora. Vim à Etiópia em 2006 como tirocinante e passei o tempo aprendendo a língua local, o amárico, ou etiópico. Fiz o tirocínio nas missões mais distantes da Etiópia – na Prefeitura Apostólica de Gambela, confiada aos Salesianos – e, depois de um ano, fui mandado a Roma para a Teologia e alguma especialização.

No meu retorno à Etiópia, como sacerdote, penei por aprender novamente o amárico. Esperava voltar à Gambela para envolver-me na evangelização direta, mas fui mandato a ensinar filosofia no Pós-noviciado. Aqui vivo empenhado em aulas e exames e em todas as demais atividades de uma típica casa de formação. Ainda que não possa contar muitas experiências, aventurosas, de missionário, ser missionário na África sempre foi o meu sonho.

A realização desse sonho enche-me de alegria e satisfação. Ser parte da formação dos futuros Salesianos da Etiópia é também uma grande alegria. Aqui na Etiópia o povo chama o sacerdote de “Aba”, termo amárico que quer dizer ‘Pai’. Toda a vez que uma criança me cumprimenta como “Aba Lijo”, sinto-me feliz: recorda-me a vocação
missionária, um presente de Maria: um presente para mim e para os Jovens da Etiópia ! P. Lijo Vadakkan Indiano, missionário na Etiópia