Santidade Salesiana

Rodolfo Komórek

 

 

 

 

 

 

Início do Processo: 31 - 1 - 1964; Venerável: 6 - 4 - 1995

Ordenado sacerdote na diocese de Breslavia 

Rodolfo Komorek nasceu em 11 de agosto de 1890 em Bielsko, na Polônia Silésia, na época austríaca. Ele foi o terceiro dos sete filhos de John e Agnes Goch, dois pais verdadeiramente cristãos.

Aos 19 anos, ele entrou no seminário, onde foi comparado a St. Louis. Aos 24 anos foi ordenado sacerdote na diocese de Wroclaw. Durante a Primeira Guerra Mundial, ele foi capelão militar no hospital e, a seu pedido, também na frente. Por três anos ele é pároco em Frystak, onde testemunha a pobreza, a oração e o zelo apostólico. Seu confessionário está sempre lotado. Don Rodolfo é amado e respeitado por todos, especialmente pelas crianças.

Aos 32 anos pede para ser salesiano; ele se torna um missionário

Aos 32 anos, pediu para ingressar na Congregação Salesiana e, em 1922, iniciou o noviciado. Ele queria ser missionário. Por esta razão, em outubro de 1924, ele foi designado para San Feliciano no Brasil para o cuidado pastoral de imigrantes poloneses sem assistência religiosa. Ele se destacou como um excepcional evangelizador e confessor.

"O Santo Padre"

Eles o chamavam de "o santo pai". Ele foi exemplar em viver o voto de pobreza tão amado por Dom Bosco. Ele viveu em união com Deus na presença do Senhor. Eles disseram sobre ele: "Nunca houve um homem que orasse tanto". E novamente: "Sua genuflexão valeu um sermão e sua compostura em ajoelhar no chão nos persuadiu de seu extraordinário espírito de piedade e mortificação". Ele passou por várias paróquias e comunidades salesianas.

Confessor na residência estudantil

Foi enviado como confessor à residência estudantil salesiana de Lavrinhas, onde se distinguiu pela sua santidade. Ele ensinou 28 horas por semana. O centro de saúde de San José dos Campos foi a última parada em sua missão de 25 anos. Ficou satisfeito, nos últimos oito anos de sua vida, de se desgastar lentamente e entregar a Deus, até o fim, o hálito de sua doença tuberculosa. Ele ajudou os outros pacientes a exercer o ministério sacerdotal ao longo do dia. Ele dormiu em três tábuas de madeira. Ele passou os últimos dias em oração contínua. Ele queria que seus medicamentos agora inúteis fossem dados aos pobres que não conseguiam obtê-los. Ele não queria aceitar oxigênio nem água.

Morreu aos 59 de dezembro de 1949. Está sepultado em São José dos Campos, onde se formou sua profunda piedade - em especial o amor à Eucaristia -, o serviço incansável dos outros e seu espírito de penitência contínua. e continuar a formar gerações de fiéis.